domingo, 20 de setembro de 2015

Cultura

Bienal do Livro reafirma sua vocação de evento voltado aos jovens

Alunos do Circo Social Crescer & Viver visitam a 17ª edição da Bienal do Livro do Rio (Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Alunos do Circo Social Crescer & Viver visitam a 17ª edição da Bienal do Livro do Rio (Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Mais do que uma grande vitrine da produção editorial, a Bienal do Livro tem reafirmado, ano após ano, seja em São Paulo ou no Rio de Janeiro, sua vocação de evento voltado aos jovens – leitores vorazes, bons consumidores e fãs capazes de esperar horas em uma fila para ganhar uma senha para poder ficar mais algumas horas em outra fila para então sair com um autógrafo e uma foto de seu ídolo. Nesta edição da feira carioca, que terminou no domingo, os visitantes com idade entre 15 e 29 anos foram a maioria e representaram 56% do público total do evento – em 2013, eles eram 51%. E editoras com livros dedicados a esses leitores não tiveram do que reclamar.

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A Intrínseca, por exemplo, registrou o maior faturamento de sua história. Ela não revela valores, mas informa que vendeu nada menos do que 75 000 exemplares de títulos variados. Isabela Freitas, de 24 anos, é a autora dos dois livros mais vendidos no estande da editora: Não Se Apega, Não e Não Se Iluda, Não. Mas o reinado da blogueira, que já acumulava 400 000 exemplares vendidos antes da Bienal, pode ser ameaçado nos próximos dias. Chega às livrarias na sexta-feira, Grey, novo livro da série milionária Cinquenta Tons de Cinza.

Depois de vender 6 milhões de exemplares dos três primeiros títulos de E.L. James – a britânica que popularizou o de soft porn -, a editora diz que mandou imprimir 400 000 exemplares desse quarto volume, narrado, agora, por Christian Grey (os outros contavam a história com base no ponto de vista de Anastasia Steele). Só na pré-venda, foram comercializados 50 000 exemplares.

Grey não será o único com uma tiragem grande neste semestre. Diário de Um Banana – Bons Tempos, o 10º da série de Jeff Kinney, com lançamento mundial no dia 3 de novembro, também terá tiragem inicial de 400 000 cópias. Sucesso entre os leitores de cerca de 10 anos, a série também vendeu bem na Bienal. De Caindo na Estrada, o 9º e o mais vendido no estande, foram 2.200 exemplares. Depois aparecem os volumes 1, o que mostra que novos leitores estão descobrindo os livros de Greg, e o 8. No total, segundo a V&R, foram comercializadas 14 000 cópias da coleção durante o evento. A editora conta que registrou 15% de aumento no faturamento comparado com 2013.

O Grupo Record, que calcula ter recebido 140 000 pessoas em seu estande e vendeu, em valores, 15% a mais do que na edição passada, também se surpreendeu com o público juvenil. Os dois títulos mais vendidos foram Invasão do Mundo da Superfície – Uma Aventura Não Oficial de Minecraft e Batalha pelo Nether – Uma Aventura Não Oficial de Minecraft(Vol. 2), ambos de Mark Cheverton e inspirados no jogo de videogame. Na Sextante, Diário de Um Zumbi do Minecraft foi o best-seller (2 000 exemplares).

Apesar desse bom desempenho do título infantojuvenil, a grande aposta da Sextante para este semestre será Oceano Perdido, o terceiro de colorir de Johanna Basford. O primeiro, Jardim Secreto, vendeu 1,2 milhão de cópias, segundo a editora. O seguinte, Floresta Encantada, 800 000. “Não entramos nesse mercado para ter o sucesso que tivemos e descobrimos que essa autora tem seu público fiel. Imagino que o novo título representará 25% do que o segundo representou”, diz Marcos da Veiga Pereira, que além de diretor do Sindicato Nacional de Editores de Livros é sócio da Sextante.

“Embora tenham conquistado um bom espaço, os livros de colorir terão uma queda brusca”, diz Ismael Borges, coordenador da BookScan, serviço da Nielsen que mede a venda de livros (veja a lista acima). Talvez por isso, a editora de Pereira tenha encomendado apenas 200 000 exemplares de Oceano Perdido à gráfica. Mas, de olho nesse novo público interessado em passatempo, a casa já adquiriu os direitos da coleção Ligando os Mil Pontos, que lança em outubro.

Borges diz que está otimista com relação a este segundo semestre – historicamente, a segunda metade do ano é melhor do que a primeira para o mercado editorial. “Não acho que o cenário é catastrófico. Os números estão abaixo da inflação, mas, comparado a outras indústrias, a do livro vai muito bem, obrigado”, diz. Para ele, por causa do preço, o livro será mais uma vez uma boa opção de presente de Natal. Borges vê, ainda, uma boa oportunidade de descoberta de novos autores brasileiros. Em vez de brigar pelas grandes promessas de best-sellers internacionais, as editoras vão mirar as novas celebridades brasileiras. A Novo Conceito é um bom exemplo disso. Sucesso no YouTube, o vlogueiro Christian Figueiredo levou fãs à histeria na Bienal e seus dois livros, Eu Fico Loko 2 (7 000) e Eu Fico Loko (4 500) foram os best-sellers do estande da editora. O garoto de 21 anos já acumula quase 300 000 livros vendidos.

Uma das apostas do grupo Companhia das Letras para este semestre segue a mesma linha. Aos 22 anos, Kéfera, que tem 5 milhões de seguidores no YouTube, 4 milhões no Facebook, 2,9 milhões no Instagram e 97 000 no Twitter, claro, também fez barulho na feira carioca. Lançado em 2 de setembro, Muito Mais Que 5inco Minutos teve tiragem inicial de 75 000 exemplares. Christian, Kéfera e Isabela Freitas são apenas alguns exemplos, e, já que está virando modismo, novos nomes devem ser revelados em breve.

Há muito mais no prelo das editoras, a caminho das livrarias ou recém-chegados às prateleiras. A Rocco, por exemplo, acaba de lançar um box de luxo com os títulos da série Harry Potter. A Intrínseca lança, em 1º de novembro, edição comemorativa de 10 anos de Crepúsculo. Sem perder de vista os romances que viram filmes e que se tornam (antes ou depois das telas) best-sellers, a Novo Conceito publica Tudo e Todas as Coisas, de Nicola Yoon, sobre uma garota que cresce pensando ser alérgica a tudo.

As tiragens são altas, a expectativa é boa, mas ainda assim o mercado está preocupado (se olharmos para as editoras médias e independentes, o cenário piora). “Se conseguirmos fechar o ano com um crescimento de 3 a 5% nominal será uma vitória”, comenta Pereira. “Vamos andar de lado e isso é bom”, diz Borges. Para o coordenador da BookScan, é preciso não perder de vista os chamados jovens adultos, que são “quem está consumindo efetivamente”.

Comentário:Aconteceu a pouco tempo a famosa Bienal do Livro e como era esperado,muita gente do RJ foi e muita gente que não é do RJ foi também,sendo youtuber,escritores,fans,professores,alunos,todos que amam ler foram comprar seus livros favoritos,comprar o livro de seu escritor favorito e até conhecê-lo.Eu queria ir,só que infelizmente não pude,mas tive amigos e amigas que foram e disseram que foi fenomenal.Para quem foi deve ter se divertido muito,conheceu seus ídolos...e para quem não foi,como eu,só lamenta.

Fonte:Veja


Política

"EUA falharam e ajudaram o terror", diz especialista autor de livro sobre o Estado Islâmico

Por: Julia Braun e Diego Braga Norte


Os Estados Unidos falharam em sua campanha antiterrorista no Iraque e abriram brechas para o crescimento de organizações extremistas como o Estado Islâmico (EI), diz Michael Weiss, jornalista americano, analista e colunista da revista de relações internacionais Foreign Policy e autor de um dos mais recentes e completos livros sobre o grupo jihadista - Estado Islâmico: Desvendando o Exército do Terror.

De acordo com Weiss, o sistema prisional americano no Iraque foi um dos grandes responsáveis pela radicalização dos terroristas que hoje lideram o Estado Islâmico. O jihadismo defendido pelo EI fermentou em uma prisão americana no Iraque chamada Camp Bucca, próxima de Bagdá. Enquanto estavam presos, seguros e bem alimentados, os extremistas arregimentaram presos comuns. "Se observarmos a liderança do EI hoje, incluindo Abu Bakr al-Baghdadi, todos ficaram presos em Camp Bucca. Isso não é coincidência. Essa foi a falha colossal de planejamento de guerra dos Estados Unidos: sua política de detenção", disse o autor em entrevista ao site de VEJA.

O especialista também discorreu sobre a atual força e futuro do EI, os métodos de cooptação de novos recrutas do grupo e a influência do ditador sírio Bashar Assad no complexo jogo político na região. Weiss, ao lado do analista sírio Hassan Hassan, conseguiu investigar a história, as convicções, objetivos e métodos do grupo terrorista que vem impressionando o mundo com sua crueldade. Os autores fizeram dezenas de entrevistas com oficiais militares, agentes de serviços de inteligência, diplomatas e até mesmo membros do EI para construir um perfil do grupo extremista.

Estado Islâmico: Desvendando o Exército do Terror parte da trajetória de Abu Musab al-Zarqawi, fundador do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (nome original do grupo), explica sua aproximação com a Al Qaeda e detalha como a organização terrorista se reergueu após a intervenção do Ocidente no Iraque. Weiss e Hassan examinam também as estratégias de propaganda usadas pelos terroristas e elaboram perfis comportamentais dos integrantes do grupo. A seguir, leia os principais trechos da entrevista.

"Estado Islâmico: Desvendando o Exército do Terror", de Michael Weiss e Hassan Hassan
"Estado Islâmico: Desvendando o Exército do Terror", de Michael Weiss e Hassan Hassan(Divulgação/VEJA)

Em seu livro, o senhor menciona erros dos Estados Unidos na campanha no Iraque que ajudaram a consolidação de grupos extremistas. Em sua opinião, qual foi o maior erro dos EUA? Quando os americanos passaram o controle das prisões no Iraque para o governo iraquiano, muitas pessoas haviam sido presas por outros crimes, pessoas que não estavam tentando ir atrás dos americanos e não eram uma ameaça ao Estado do Iraque. E é aqui que está o colossal fracasso no planejamento dos EUA: as instalações de detenção, principalmente a de Camp Bucca, que é a maior. Quando capturávamos os jihadistas, nós os tirávamos de zonas de combate ativo, dávamos proteção a eles, três refeições por dia e assistência médica. Nós essencialmente demos a eles uma área para recrutar outros membros, descansar um pouco da guerra e coordenar futuros ataques. Muitas pessoas aprenderam como construir bombas em Camp Bucca. Presos por crimes bobos se tornaram radicais na prisão pelo contato com detentos leais à Al Qaeda. Se observarmos a liderança do EI hoje, incluindo Abu Bakr al-Baghdadi [chefe do EI que os EUA acreditam estar gravemente ferido], todos ficaram presos em Camp Bucca. Isso não é coincidência.

Como acontece o processo de coerção e radicalização dos recrutas do Estado Islâmico?Muitas das pessoas que vão lutar com o EI não começam como islamistas ou jihadistas. Podem não ser sequer muçulmanos fiéis. Algumas das pessoas que entrevistamos disseram que foram atraídos pela guerra contra a presença de tropas estrangeiras e contra regimes corruptos, particularmente no Iraque e na Síria. Quando entraram, primeiro se juntaram a outros grupos rebeldes, mas se desencantaram com eles, pois achavam que também eram corruptos ou hipócritas. Os jihadistas do EI eram diferentes, diziam que não apenas criavam combatentes, mas mostravam a única forma real de ser muçulmano. É assim que eles agem, convencendo as pessoas de que a sua filosofia é o verdadeiro caminho para a iluminação espiritual e para qualquer forma de vida feliz. Os soldados são quebrados psicologicamente e são reconstruídos novamente à imagem do EI.

Esse é também o processo com os jihadistas ocidentais que vão para o Oriente Médio se juntar ao EI? Não é coincidência que muitos dos recrutas sejam adolescentes, tenham menos de 20 anos. Muitos deles vêm de um ambiente muito bom. São filhos de médicos ou advogados, de classe média, vivendo na Bélgica, França, Grã-Bretanha ou na Escandinávia. Mas, como tantos jovens em países ocidentais, muitos deles não têm um propósito, são adolescentes rebeldes, são um clichê. Os recrutadores do EI sabem encontrá-los e se aproveitar disso.

O governo dos EUA demorou em perceber a ameaça do Estado Islâmico? O presidente Obama subestimou o Estado Islâmico. Ele os chamou de "time júnior de terrorismo". Isso aconteceu apenas seis meses antes de eles conquistarem um território do tamanho da Grã-Bretanha.

Como o EI se tornou tão poderoso? Parte da explicação está nos erros cometidos pelos iraquianos e pelos americanos. Além disso, é preciso atribuir parte da responsabilidade ao regime do ditador sírio Bashar Assad, que facilitou as operações da Al Qaeda no Iraque até o início da guerra civil em seu próprio quintal, e mesmo depois.

Seu livro é claro sobre a importância do Irã no xadrez do Oriente Médio. Em que medida o recente acordo nuclear do Ocidente com os iranianos interfere nesse jogo? O Irã está mais poderoso agora. Ouvimos de muitas pessoas que está tudo bem porque o Irã está lutando contra os sunitas do EI. Acho isso uma tolice. Abu Musab al-Zarqawi dizia até pouco antes de o matarmos que a maior ameaça para a sua franquia não eram os americanos, curdos ou outras minorias como os cristãos, mas a maioria de xiitas no Iraque e, por trás deles, a Guarda Revolucionária do Irã. Zarqawi acreditava que os americanos afrouxariam suas forças no Iraque e acidentalmente entregariam o país ao Irã, a maior potência xiita da região. A propaganda do EI é muito efetiva e prega que os americanos infiéis, ligados aos judeus e aos xiitas querem eliminar os sunitas. Para o Estado Islâmico, esse acordo nuclear só certifica essa teoria da conspiração.

Seu livro dá a impressão de que grupos terroristas existirão para sempre no Oriente Médio. É uma visão muito pessimista? Não há dúvida de que em um futuro próximo não veremos a ameaça imposta pelo EI e outras organizações jihadistas encolher. Uma das principais razões é o fato de que a Líbia se tornou um Estado falido e um abrigo para todos os tipos de organização jihadista internacional. Elas brigam entre si, é verdade, mas têm um santurário onde se abrigar.

Como essa guerra sectária entre vertentes de jihadistas afeta o Ocidente? Atualmente EI e Al Qaeda competem como as duas mais impressionantes franquias jihadistas. Uma das formas como vão competir é tentando explodir coisas no Ocidente. Então, agora, não temos apenas a guerra ao terror, mas também uma guerra dentro do terror, e essa guerra vai ser jogada com vidas ocidentais. Isso já tem ocorrido, na França, na Austrália, na Bélgica. E tende a piorar.

Recentemente, o 'The New York Times' publicou uma reportagem afirmando que o EI está se transformando em um Estado funcional que usa o terror como ferramenta. Esta é uma perspectiva aterrorizante... O Exército americano capturou recentemente alguns documentos reveladores na Síria. A conclusão de muitos que os analisaram é que o EI já se comporta e funciona como um Estado. Não uma nação propriamente dita, mas um Estado em construção, com funções definidas. Os jihadistas do EI têm pretensões de ser um Estado; eles não se chamam Estado Islâmico por nada. Em áreas ocupadas, eles se comportam como um Estado: controlam a Justiça, serviços sociais, escolas, policiamento, comércio.

Os EUA terão eleições presidenciais em 2016. Como o senhor acha que serão as políticas de combate ao EI do próximo governo? Quem quer que se torne presidente vai ser mais intervencionista do que Obama tem sido. Nós sabemos o lema de Obama: "Os EUA só tornam as coisas piores quando se envolvem no mundo". Eu acho que vai haver uma mudança nessa área da política americana. Tem de haver.

Comentário:A guerra que já vem ocorrendo a um bom tempo já fez milhares de baixas(mortes).Há pouco tempo,fotos foram para a internet mostrando uma família morta,uma mãe e dois filhos,tentando fugir da guerra que está acontecendo no país deles,e isso acabou rodando no mundo inteiro.Infelizmente,eles no meu ponto de vista não tem muito que fazer pois se eles ficarem lá,tem risco de morrer,e se eles fugirem tem risco de morrer na viagem e se eles conseguirem ir para um país,que é a Europa,onde eles estão indo fugir frequentemente,eles vão poder fazer nada lá,pois muitos não sabe aquela língua,outros não tem estudo,não sabe nem ler nem escrever,não tem nenhuma especialidade,como eles vão sobreviver,infelizmente a Europa que é o país mais próximo deles,onde eles estão tentando se refugiar,não quer eles,pois não tem espaço e eles não sabem fazer nada(a maioria),então eles vão ficar soltos lá,então ninguém quer.Alguns países como o EUA fica mandando "esmola",que são suplententos,comida,mandam soldados também,médicos.Mas para eles conseguirem sobreviver,eles têm que fazer algo a mais para acabar com essa guerra.Mas até alguém fazer alguma ação gratificante,muitos vão morrer e outros vão ter que lutar muito para sobreviver.

Fonte:Veja

Te contei

Faltam menos de 3 semanas até lançar duas das minhas várias séries favoritas:Arrow e The Flash.Arrow é um produzida desde 10 de outubro de 2012 e The Flash desde 7 de outubro de 2014.Atualmente Arrow está indo para a quarta temporada e The Flash indo para a segunda.Vou deixar o trailer de todas temporadas das duas séries,e cada dia que passa eu fico mais animado para vê-las.Para quem não conhece as séries,os trailers estão aqui em baixo.

Arrow:
2 temporada -
3 temporada -
4 temporada(próxima que irá lançar)-

The Flash
1 temporada-
Trailer extendido http://youtu.be/SV2rKgFHr1Q
2 temporada -
Bônus-

Que chegue logo as novas temporadas!

Étnica e cidadania

Brasil é o único país da América Latina que atua na formação de cães-guia

A ação será reforçada por meio do Plano Viver sem Limite, que planeja a implantação, até 2014, de mais seis Centros de Treinamentos de Cães-Guia 


Está em funcionamento, desde novembro do ano passado, o primeiro Centro Tecnológico de Formação de Instrutores e Treinadores de Cães-Guia do País. Localizado em Camboriú, Santa Catarina, local foi instalado no campus do Instituto Federal Catarinense e conta com quatro salas administrativas, alojamento com dez dormitórios, canil com capacidade para 45 cães, maternidade e uma clínica veterinária.

A ação integra os investimentos do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Viver sem Limite, que foi lançado no final de 2011. O objetivo da criação dos centros é promover, por meio da integração e articulação de políticas, programas e ações voltadas às pessoas com deficiência, tendo como eixos a educação, inclusão, saúde e acessibilidade.

De acordo com o Diretor de Políticas Temáticas da Pessoa com Deficiência, Roberto John Gonçalves, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), os CTs são importantes pela inovação da tecnologia. “O País está dando um passo adiante na promoção dos direitos das pessoas com deficiência”, afirmou.

Centros de treinamento

Existem atualmente no Brasil 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Destas, cerca de 528,6 mil pessoas possuem deficiência visual, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado em 2010. Somente na região Nordeste são 129,4 mil pessoas que não enxergam e mais de dois milhões que têm dificuldades para enxergar.

Em 2005, o governo sancionou a Lei nº 11.126, que assegura à pessoa com deficiência visual, usuária de cão-guia, o direito de ingressar e permanecer com o animal nos veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo. 

Com os novos centros, o Brasil passa a ser o único País da América Latina que trabalha com este tipo de formação que, caso seja feita fora do País, pode custar em torno de US$ 25 a 30 mil.

O Centro de Formação de Treinadores e de Instrutores em Cães-Guia é uma unidade de ensino, integrada à estrutura acadêmica do campus em que estiver sediado e com a competência de ofertar regularmente os cursos técnicos de treinador de cães-guia e de instrutor de cães-guia, que receberão os devidos cerificados. Cada curso terá carga horária de 1.440 horas-aula, em consonância às propostas pedagógicas aprovadas pelo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

Os centros de formação atuam, ainda, na formação de multiplicadores com vistas à implantação de novos centros em suas respectivas regiões, de forma a constituir uma rede de formação profissional para atendimento das necessidades das instituições.

Quem tiver o interesse em fazer um curso, ser uma família socializadora, receber um cão-guia, adotar um cão ou tirar dúvidas sobre o centro de treinamento do Instituto Federal Catarinense, deve preencher o seguinte formulário.

Requisitos

Os requisitos técnicos para certificação voluntária dos centros de treinamento, treinadores e instrutores de cães-guia foram publicados em agosto passado, pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A medida visa beneficiar milhares de brasileiros de forma a obterem autonomia e segurança nas atividades da vida diária, como educação, trabalho e lazer.

As normas são fruto das discussões em parceria com a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), atualmente Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SNPD), vinculada à SDH, e atende aos requisitos da Portaria nº n° 460/2008 conjunta entre a Corde e o Inmetro.

A SDH e a SNPD estão entre os parceiros do Inmetro, bem como a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Ministério da Educação e os Institutos Federais de Ensino, que irão abrigar os Centros Tecnológicos e os cursos de formação de treinador e instrutor de cães-guias.

Plano Viver sem Limite

O Plano Viver sem Limite, lançado em novembro de 2011, tem como meta investir, até o ano de 2014, aproximadamente R$ 7,6 bilhões em educação, saúde, inclusão social e acessibilidade para as pessoas com deficiência.

Dessa forma, até 2014, o plano prevê a implantação de outros seis Centros de Treinamentos de Cães-Guia, que já têm local definido: São Cristóvão, em Sergipe; Manaus, no Amazonas; Limoeiro do Norte, no Ceará; Alegre, no Espírito Santo; Urutaí, em Goiás; e Muzambinho, em Minas Gerais.

Comentário:Inclusão é uma das mais bonitas formas de cidadania.E esta implantação de centro de treinamento de cães-guia veio para uma missão,um único motivo,que é ajudar os cegos a ir a outros lugares e também ajudam a evitar acidentes e deixar o cego fazer um que uma pessoa que não é cega fazer.Os caos-guia são a visão que o cego não tem.Alem de ajudarem a se deslocar,os cães-guia fazem do cego,um cidadão como todos nós.

Fonte:
Secretaria de Direitos Humanos
Com informações da Empresa Brasil de Comunicação

Ciência

População de peixes nos oceanos está 'à beira do colapso', diz estudo

CiênciaNatureza e Meio ambiente

De acordo com relatório da ONG WWF e da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL), a quantidade de peixes nos oceanos caiu pela metade desde 1970. O número de peixes usados para a alimentação, como atum e cavala, diminuiu 74%

 - Atualizado em 

Atum e cardume de peixes menores é fotografado por um mergulhador, na Reserva Marinha de Galápagos
Atum e cardume de peixes menores, fotografados na Reserva Marinha de Galápagos. De acordo com a análise, a redução das espécies foi causada pela pesca excessiva e outras ameaças ambientais.(Jorge Silva/Reuters/VEJA)

A quantidade de peixes, mamíferos, pássaros e répteis que vivem nos mares e oceanos caiu pela metade desde 1970. É uma queda considerada "catastrófica", de acordo com estudo feito pela a ONG WWF e a Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) e divulgado nesta quarta-feira (16). A população de peixes usados para o consumo, como atum, cavala e bonito, diminuiu ainda mais: 74%. A análise revela que a redução foi causada pela pesca excessiva e outras ameaças ambientais.

"Os oceanos estão à beira do colapso. Eles são resistentes, mas há um limite", afirmou Marco Lambertini, diretor-geral do WWF Internacional. "Há uma diminuição enorme de espécies essenciais tanto para o ecossistema dos oceanos quanto para a segurança alimentar de bilhões de pessoas."

Para elaborar o relatório, os pesquisadores monitoraram 5.829 populações de 1.234 espécies, como focas, tartarugas, golfinhos e tubarões entre 1970 e 2012. "A análise aponta que bilhões de animais desapareceram dos oceanos de todo o mundo só no meu tempo de vida", declarou Ken Norris, diretor de ciência do ZSL, em um comunicado. "Este é um legado terrível e perigoso para deixar para os nossos netos".

O estudo afirma que as frotas de pesca do mundo são grandes demais e apoiadas por subsídios que ficam entre 14 e 35 bilhões de dólares por ano. Os danos a recifes de coral e mangues, que são berçários de muitos peixes, aumentam os problemas causados pela pesca em excesso. Outras ameaças são o desenvolvimento costeiro, a poluição e a mudança climática, que está elevando as temperaturas e tornando as águas mais ácidas.

Novas metas - No final deste mês, governos de todo o mundo devem adotar novos objetivos de desenvolvimento sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), entre eles o fim da pesca predatória e das práticas destrutivas de pesca até 2020 e o restabelecimento das populações de peixes "no menor prazo factível".

Comentário:Cada dia que passa,milhares de coisas acontece no mundo,boas e ruins.A gente recebe notícia do mundo inteiro todos os dias,com a maior facilidade;mas uma das notícias que a gente está sendo avisado a muito tempo é sobre a poluição.So que quando pensamos em poluição,pensamos já em atmosfera,a poluição do ar;,só que também tem a poluição do mar,que acaba matando muitos animas durante os anos.A gente é sempre avisado desde muito tempo,mas como q maioria dos seres humanos,eles não pensam no que vai acontecer amanhã,só pensa no @hoje".E cada vez mais tem menos animais no mundo,por causa destes descuidados da gente.

(Com Agência Reuters)

Fonte:Veja




Bem estar

Brincar ao ar livre faz bem à visão infantil, indica estudo
Pesquisa realizada na China mostra que crianças que brincam pelo menos 40 minutos ao ar livre todo dia têm menos chances de desenvolver miopia.
16/09/2015 17h56 - Atualizado em 16/09/2015 17h56
BBC
Da BBC
Crianças que brincam ao ar livre podem ter menos riscos de desenvolver miopia, segundo estudo realizado na China  (Foto: Reprodução/TV Globo)
Crianças que brincam ao ar livre podem ter menos riscos de desenvolver miopia, segundo estudo realizado na China (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um estudo realizado na China identificou uma possível maneira de conter o desenvolvimento de miopia em crianças.

Em pesquisa feita com 12 escolas chinesas, o resultado apontou que pelo menos 40 minutos por dia de brincadeiras ao ar livre trazem benefícios à visão de meninos e meninas.

Mingguang He e outros pesquisadores pediram a seis escolas que levassem os alunos para brincar fora todos os dias; como grupo de controle, as outras seis mantiveram a rotina de estudos dentro da sala de aula.

Os pais também foram estimulados a incentivar brincadeiras ao ar livre aos finais de semana – nesse ponto, os dois grupos se igualaram.

Depois de três anos, eles passaram a fazer testes com as crianças para identificar se havia sinais de miopia. No inicio do experimento, menos de 2% de cada grupo tinha o problema.

Entre as crianças das escolas que aplicaram a estratégia de brincar ao ar livre, 30% desenvolveram algum grau miopia (259 de 853 crianças). Já entre aquelas que ficaram nas salas de aula, 40% desenvolveram o problema (287 de 726 crianças) – a pesquisa só considerou 'miopia' os exames que apontavam pelo menos 0,5 grau.

A diferença não é grande, mas é significativa, dizem os pesquisadores. E ela se mantém mesmo quando se leva outros fatores em consideração, como o histórico familiar de miopia.

O estudo sugere que as crianças precisam equilibrar atividades realizadas mais de perto, em lugares fechados, como ler, com atividades que usam a visão à distância.

Conclusões
"Isso é importante clinicamente porque crianças que desenvolvem miopia cedo têm mais chances de que o problema avance com o tempo, o que também aumenta o risco de elas desenvolverem a miopia patológica", disseram os pesquisadores na publicação científica Jama.

"Além disso, um atraso no desenvolvimento de miopia em crianças pequenas, que tendem a ter uma maior taxa de progressão, poderia proporcionar benefícios gigantescos para a saúde dos olhos a longo prazo."

Na publicação, Michael Repka, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, afirma que mais estudos são necessários para confirmar e compreender as conclusões dessa pesquisa.

Segundo ele, os resultados do estudo podem significar que mais tempo ao ar livre limita a quantidade de tempo gasta em atividades realizadas mais de perto, em locais fechados; ou que estar mais exposto à luz do sol ajuda a desenvolver melhor as funções dos olhos.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde divulgados no ano passado, o número de pessoas com miopia todo dobrou nos últimos anos no mundo. O problema costuma estar bastante ligado ao uso do computador ou de outros itens tecnológicos – como tablet, celular, etc – por muitas horas durante o dia.

No Brasil, um estudo realizados pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) em 2014 com crianças entre 9 e 13 anos que utilizavam computador ou videogame por seis horas ininterruptas mostrou que 21% delas desenvolveram algum grau de miopia.

Pesquisas internacionais, como a realizada na China, tentam descobrir se já existe uma forma de diminuir o risco de desenvolvimento do problema mudando hábitos das pessoas, principalmente na infância.

Comentário:Cada vez mais eu vejo crianças com muitos eletrônicos na mão invez de estar brincando,não que não tenha criança que gosta de sair e brincar com os amigos,mas eu vejo muito mais criança mexendo no celular a cada dia do que crianças brincando,eu já vi no meu curso de inglês uma menina de pelo menos em torno de uns 7 anos ficando irritada e xingando porque acabou a bateria do celular.E é bom que as crianças saiam e brinquem de soltar pipa, de jogar uma pelada com os amigos,jogar amarelinha porque a nossa infância passa muito rápido,e se não aproveitarmos agora,quando?

Fonte:Bem Estar

Mundo

'Lua de sangue': vídeo mostra como será eclipse do dia 27

CiênciaNatureza e Meio ambiente

A Nasa divulgou uma simulação de como seria o evento se observado da Lua. Conhecido como 'Lua de Sangue', ele poderá ser visto de todo o Brasil

 - Atualizado em 

''Lua de Sangue'' é vista em Utsunomiya (Japão); o fenômeno ocorre durante um eclipse lunar
Quando a Lua estiver totalmente dentro da sombra, adquire um tom avermelhado. Devido a esse efeito, os eclipses totais da Lua são apelidados popularmente de "Luas de sangue".(Yoshikazu Tsuno/AFP)

Um evento astronômico especial poderá ser visto de todo o Brasil no fim do mês. Na noite de 27 de setembro, um eclipse lunar total (quanto a Lua fica encoberta pela sombra da Terra) irá coincidir com uma Superlua (ponto da órbita em que o satélite está o mais próximo possível da Terra, durante a Lua cheia). Além de a Lua parecer maior nos céus, ela vai adquirir uma coloração avermelhada, o que tornou o fenômeno conhecido como "Lua de sangue". Relativamente raro (o último foi em abril do ano passado), o evento é um dos mais belos de ser visto nos céus e poderá ser observado de todo o Brasil.

O eclipse do fim do mês é o último de quatro eclipses totais da Lua que ocorrem em sequência - um fenômeno conhecido como tétrade. A última vez que isso aconteceu foi em 1982 e, segundo os astrônomos, só irá acontecer novamente em 2033.

A "Lua de sangue" ocorre quando o satélite está totalmente dentro da sombra da Terra, entre as 23h47 do dia 27 e as 0h23 do dia 28 (horário de Brasília). Nesse momento, a luz do Sol não chega diretamente à Lua, mas é "filtrada" pela atmosfera da Terra, que age como uma "lente". As partículas em suspensão na atmosfera são refletidas, o que dá o aspecto avermelhado ao evento. É o mesmo fenômeno que ocorre durante o pôr do sol, quando o astro parece ficar avermelhado no horizonte.

Comentário:Isso que vai acontecer,é um acontecimento muito raro,onde o Sol,a Terra e a Lua vão ficar alinhados,fazendo a luz do Sol passar pela Terra,e deixando a Lua avermelhada,e ao mesmo tempo,irá acontecer outro acontecimento raro,que faz a Lua ficar no seu ponto mais perto da Terra,deixando-a muito mais brilhante e maior.Eu estou muito curioso e animado para ver isso,pois isso não acontece todo dia,o único problema é quando chegar o dia e eu esquecer de ver,e ter que esperar até 2033(segundo a uol).

Fonte:Veja



Educação

No Brasil, uma de cada cinco crianças de oito anos não sabe ler

EducaçãoPolítica pública educacional

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira (17), os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização, que mede aprendizado de leitura, escrita e matemática

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Sala de aula
Mais da metade dos alunos brasileiros até oito anos tem baixos níveis de leitura e não consegue solucionar questões com números maiores que 20 ou ler as horas em um relógio de ponteiros.(Joel Silva/Folhapress/VEJA)

Quando chegam ao fim do terceiro ano do Ensino Fundamental, uma em cada cinco crianças de oito anos (22,2%) não consegue ler uma frase inteira. Nesse período, em que deveriam estar completamente alfabetizadas, elas decifram apenas algumas palavras isoladas, de acordo com os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quinta-feira (17).

Além disso, mais da metade dos alunos (56,17%) só é capaz de encontrar uma informação em textos se ela estiver na primeira linha, o que revela o baixo fôlego de leitura dos alunos. Se precisa escrever um texto, um em cada três estudantes (34,4%) produz frases ilegíveis, com troca ou omissão de letras nas palavras. Em matemática, a maioria dos estudantes (57%) não consegue solucionar questões com números maiores que 20 ou ler as horas em um relógio de ponteiros.

A avaliação do MEC mede as habilidades de leitura, escrita e matemática de todos os alunos do país até o terceiro ano do Ensino Fundamental. No ano passado, os cerca de 2,3 milhões de estudantes de 49 000 escolas públicas dessa etapa foram avaliados de acordo com o nível em que se encontram nas três áreas. Na escala de leitura, por exemplo, o nível 1, onde estão 22,2% das crianças, é considerado inadequado. Na de escrita, os níveis 1 a 3, em que estão 34,4% dos alunos, são inadequados.

Em evento em São Paulo, nesta terça-feira (15), o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, adiantou que os níveis 1 e 2 da avaliação "inquietam". "Em países desenvolvidos e em boas escolas, as crianças estão alfabetizadas muito antes dos oito anos e isso precisa ser uma meta no Brasil", afirmou.

Diferenças por Estado - No país, as regiões Norte e Nordeste têm os piores resultados. Na escrita, apenas 3,72% dos estudantes do Nordeste e 4,12% do Norte alcançaram o melhor nível da avaliação. No Sul e Sudeste, o registro de alunos nesse patamar foi, respectivamente, de 32,55% e 36,13%. Para a escrita alcançar o melhor nível de avaliação, os estudantes precisam ter capacidade de escrever palavras com diferentes estruturas silábicas e um texto corretamente e com coerência.

Na leitura, apenas sete Estados (Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo) alcançaram resultados positivos, ou seja, mais de 50% dos alunos ficaram nos níveis mais altos.

Em matemática, alunos de cinco Estados (Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo) alcançaram as notas mais altas. Nos outros 22 Estados, as notas ficaram nos níveis mais baixos de aprendizado.

Matemática - De acordo com os resultados da ANA, 17,7% dos estudantes brasileiros estão no nível 3 em matemática, ou seja, são capazes de solucionar problemas com números maiores de 20 e fazer divisões exatas com o apoio de imagens. No nível 4, o mais alto da escala, estão um quarto dos estudantes (25,15%). Eles conseguem ler as horas em relógios analógicos, alguns elementos em gráficos de barras e são capazes de fazer subtrações com centenas e divisões em partes iguais sem o auxílio de imagens.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC responsável pela ANA, os resultados do exame de matemática estão ligados às notas da avaliação de leitura, pois, para interpretar os problemas e transformá-los em cálculos é necessária a habilidade de leitura e compreensão dos enunciados.

Exame cancelado - A ANA foi criada com o Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), lançado pela presidente Dilma Rousseff em 2012. Os indicadores de 2014 são semelhantes aos números de 2013, primeiro ano em que a avaliação foi feita. Na época, o MEC não divulgou oficialmente os dados da edição por considerá-los apenas um diagnóstico inicial.

Em relação à edição anterior da ANA, houve estagnação nos indicadores. Naquele ano, 57% dos alunos ficaram nos dois primeiros níveis de leitura. Em Matemática o porcentual foi de 58%. Já em escrita, 41,5% haviam ficado nos dois patamares inferiores - à época, a escala usada era de quatro níveis (este ano são cinco).

No início de julho, o MEC cancelou a realização da ANA de 2015. De acordo com o professor Francisco Soares, presidente do Inep, a decisão refletiu a necessidade de cortes financeiros, mas também questões pedagógicas. "Todos tinham de contribuir (com o ajuste fiscal). Mas tem um caráter pedagógico importante", disse. Há a possibilidade de que a prova seja aplicada a cada dois anos.

Comentário:Todos nós sabemos que o Brasil tem muitos problemas,falta de hospitais,crise econômica,mas um dos principais problemas do Brasil é a falta de educação,falta de colégios.Nenhum país nem ninguém cresce sem educação,ninguém tem sucesso na vida sem a educação ideal.E uma coisa que está faltando no nosso país e no mundo são mais colégios para jovens menos afortunados,que seriam colégios públicos,pois todo mundo precisa estudar durante a vida inteira,sempre se informando;e se tem criança que não sabe nem ler nem escrever,imagina o futuro desses jovens.

Fonte:Veja

Saúde

Dormir menos de seis horas por noite aumenta o risco de morte

SaúdeDieta e Nutrição

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Televisão e sono
Dormir frequentemente menos de seis horas por noite libera hormônios que aumentam os níveis de stress, acelera o ritmo cardíaco e aumenta a pressão sanguínea, desencadeando uma série de problemas de saúde(Thinkstock/VEJA)

Dormir menos de seis horas por noite aumenta o risco de morte prematura em 12%. É o que dizem os especialistas do Conselho Britânico do Sono. O hábito libera hormônios que estimulam os níveis de stress, aceleram o ritmo cardíaco e aumentam a pressão sanguínea. Tais fatores podem provocar uma série de problemas de saúde, como diabetes e problemas cardíacos.

Os efeitos da falta de sono são ainda piores na adolescência, etapa da vida em que o organismo está em pleno desenvolvimento. O sono de má qualidade deixa as funções cerebrais mais lentas, o que, no caso de um adolescente, pode afetar o aprendizado e comprometer o desenvolvimento físico. Uma boa noite de repouso é importante, por exemplo, para síntese de GH, o hormônio do crescimento.

Estudos anteriores já haviam comprovado que uma hora de sono a menos por noite dobra o risco de obesidade. Isso porque durante o repouso noturno, sobretudo nas fases mais profunda do sono, ocorre a síntese de uma série de hormônios associados ao controle do peso.

Comentário:Sabemos que são poucos no mundo que conseguem dormir sedo,sendo por insônia,por causa de trabalho ou até por causa de estudo,mas cada vez mais isso afeta as pessoas na saúde e no dia-a-dia.Muito das vezes,isso é da escolha da pessoa,ficando na internet até tarde e consequentemente dormindo mais tarde e passando o dia cansado,sem prestar atenção no trabalho,no colégio ou na faculdade.Uma grande parte desse povo que dorme ficando até tarde na internet,somos nós,jovens.Mas nossos pais nos alertam e nós não ouvimos,mas infelizmente uma hora isso nos afetará.

Fonte:Veja