sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Cultura - 3º Bimestre

9:22 \ Cultura

No mínimo, 2 milhões

cangaceiro
Pedida inicial de 2 milhões de reais
Uma das 114 obras assinadas por Cândido Portinari sobre o cangaço irá a leilão judicial no início de setembro.
O Cangaceiro, óleo sobre tela de 55,5 cm x 46,5 cm pintado em 1952, será vendido para o pagamento de impostos sobre o espólio de Manuel Antonio Mendes André, falecido colecionador e amigo de Portinari.
O quadro foi pintado no mesmo ano em que Portinari concluiu Chegada de D. João VI ao Brasil e começou a trabalhar nos painéis Guerra e Paz, expostos desde 1957 na sede da ONU, em Nova York.
Quem se interessar em O Cangaceiro arte deve acenar com um lance mínimo de 2 milhões de reais. A Mega Leilões, responsável pela venda, vai abrir os lances em 4 de setembro. O leilão será encerrado vinte dias depois.
Por Lauro Jardim


Comentário:

No dia 4 de setembro, será leiloado um quadro de um dos artistas mais valorizados no mundo da arte, Cândido Portinari. Todas as suas obras são famosas mas,
essa está chamando a atenção porque será leiloada por um valor muito alto, dois milhões de reais. A obra chama-se "O Cangaceiro". Com o leilão, entra para a história novamente. Espero que o novo proprietário do quadro cuide muito bem dele porque além de ter um valor muito alto, é uma obra do grande pintor, um dos mais importantes de todos os tempos.

Ética e Cidadania - 3º Bimestre

Taxista devolve 40 ingressos perdidos por mexicanos em seu táxi

Adilson da Cruz encontrou pacote com entradas após limpar o carro.
Homem então voltou ao hotel onde os turistas estavam hospedados.

Do G1 São Paulo
O taxista Adilson Luiz da Cruz, de 43 anos, devolveu a um grupo de mexicanos os ingressos para a Copa do Mundo que dois deles haviam esquecido dentro de seu carro. Ao todo, eram 40 entradas, deixadas dentro de uma bolsa no banco de trás do veículo na madrugada de quinta-feira (12), emSão Paulo.
O taxista disse que deixou os estrangeiros no Novotel São Paulo Morumbi, na Zona Sul da capital paulista. Ele enviou o relato pelo VC no G1.
Os turistas aparentavam estar alcoolizados e, segundo Adilson, derramaram cerveja no interior do táxi. Ao limpar o automóvel, o motorista se deparou com uma pasta esquecida no banco de trás e decidiu então voltar ao HOTEL.
"Quando eu cheguei em casa, abri a porta do banco de trás [do carro] e encontrei a pasta com 40 ingressos", afirmou. "Às vezes, [isso] cai na mão de pessoas que não têm preocupação [em devolver], e corre[-se] o risco de perder." Adilson reconheceu os passageiros por meio de um celular de um amigo deles.
O taxista contou que voltou ao HOTEL PARA buscar os donos das entradas para o Mundial o quanto antes, pois o primeiro jogo do México é nesta sexta-feira (13) contra Camarões, em Natal. "Espero que eles tenham cuidado a partir de agora", destacou.
Comentário


Hoje em dia não existem muitas pessoas generosas e honestas. Mas, um taxista que ficou famoso é um desses poucos. Durante a Copa do Mundo ele fez um passeio para um grupo de turistas mexicanos e quando eles voltaram para o hotel, esqueceram quarenta ingressos para diversos jogos. Muitas pessoas desse mundo escolheriam ficar com os ingresse e assistir os jogos ou vendê-los.. Mas, o taxista teve uma atitude muita bonita e honesta. Ele procurou esses turistas e quando finalmente os encontrou, devolveu os ingressos para eles. Eu acho que seria bom se o mundo todo fosse assim, com todas as pessoas honestas como o taxista, Sr. Adilson. Depois disso tudo, ele agora é uma celebridade, ficou famoso. Mas, por que? Se foi uma ação tão simples... Será que é porque não existem mais os valores como educação, honestidade, ética, respeito e amor ao próximo, tão importantes para a nossa vida?

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ciência- 3º Bimestre

Implantado no organismo, o dispositivo eletrônico do tamanho de um grão de arroz promete ajudar em diagnósticos e tratamentos sofisticados. Por ora, ganha usos curiosos

Renata Honorato e Claudia Tozetto
Divulgação/Dangerous Things
Modelo de biochip vendido na internet (Divulgação/Dangerous Things/VEJA)
Os wearables — gadgets usados como acessórios pessoais, como óculos, relógio e pulseira inteligentes — vêm ganhando terreno no planejamento das gigantes de tecnologia e também no coração dos usuários. Itens de fabricantes como LG, Motorola e Samsung (Apple também deve entrar no mercado em breve) já vêm equipados com sensores para coletar dados sobre a frequência cardíaca, consumo calórico e hábitos de sono. A ideia é cruzar informações e ajudar o usuário a levar uma vida mais saudável, além, é claro, de reunir detalhes sobre rotinas e preferências (de consumo, inclusive), o que pode render muito dinheiro. A oferta é, sem dúvida, atraente. Mas é pouco se comparado ao que vem por aí com os chamados biochips: este são, em certo sentido, a evolução dos wearables.
Com as dimensões de um grão de arroz, esses gadgets — na prática, pequenos circuitos eletrônicos envoltos em uma cápsulo de vidro cirúrgico — já podem ser implantados em seres humanos, mas, por ora, com funções limitadas. Nos próximos dez anos, contudo, eles poderão fornecer dados sobre o organismo que o abriga. Informações como níveis de glicose, ureia, oxigênio, hormônios e colesterol devem ser as primeiras a serem obtidas a partir de fluidos corporais, como o sangue. Essas substâncias serão analisadas ao passar pelos microcanais presentes na cápsula de vidro: microssensores eletrônicos vão identificar a presença de biomarcadores, parâmetros biológicos que sinalizam se a pessoa está doente ou saudável. Isso permitirá, por exemplo, detectar o trânsito de células cancerígenas ou identificar sinais de um infarto iminente. "Os biochips vão acelerar o diagnóstico das doenças, porque são ultrasensíveis. Isso vai permitir exames de análises clínicas mais rápidos e baratos", diz Idagene Cestari, diretora de bioengenharia do Instituto do Coração (Incor).
Para ter acesso às informações coletadas e analisadas pelo biochip, o médico precisará aproximar um gadget, como smartphone, do paciente: os dados serão transmitidos a partir do biochip por meio de ondas de radiofrequência e exibidos na tela do dispositivo externo. Além de tornar o diagnóstico mais eficiente, os biochips podem ajudar no tratamento de doenças crônicas, como DIABETES. Os dispositivos diminutos poderão ser implantados no organismo com um "estoque" de insulina, que será liberada todos os dias, de forma automática. O mesmo pode ocorrer no caso de outras doenças, como pressão alta. "Poderemos fazer uma medicina personalizada", diz Idagene.
O projeto desenvolvido por uma startup ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) é o que existe de mais palpável nesse setor. Um biochip implantado sob a pele ou no abdômen da mulher libera diariamente uma pequena dose do hormônio contraceptivo levonorgestrel. A administração do remédio, que pode se estender por até 16 anos, é programada pela paciente ou seu médico através de controle remoto. Caso a mulher decida engravidar, o chip pode ser desativado.
Segundo Ricardo Ferreira Bento, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialidades como otorrinolaringologia são pioneiras na exploração de recursos dos biochips. Bento é um dos primeiros responsáveis do Brasil pelo implante coclear, pelo qual o dispositivo é introduzido no ouvido de pacientes surdos — quando não é possível fixar o aparelho no fundo do ouvido, o implante é realizado no tronco cerebral. Esse chip libera impulsos elétricos, normalmente produzidos pela estrutura de um ouvido sadio, que estimulam diretamente o nervo auditivo: o cérebro então interpreta essa informação, e o usuário restaura a capacidade de perceber sons — ainda que eles sejam "robóticos". O paciente dificilmente consegue distinguir as vozes de pessoas diferentes, mas pode falar ao telefone ou acompanhar aulas normalmente. Estima-se que mais de 300.000 pessoas usem esse biochip no mundo.
Ulisses Melo, diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, afirma que a tecnologia por trás dos biochips já está muito evoluída, mas ainda demanda pesquisas médicas. "É preciso que médicos e cientistas avaliem como conectar esses pequenos implantes ao corpo sem causar reações adversas", diz o especialista. De acordo com Melo, os estudos mais avançadas de biochips estão sendo realizados na Universidade Stanford.
Nos Estados Unidos, a fabricante de biochips Veriteq Corp já tem aval da Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo responsável por regulamentar remédios, produtos farmacêuticos, alimentos e cigarro, para vender três modelos de circuitos. O primeiro é o Unique Device Identification (UDI), que possui apenas um número de indentificação que pode ser "lido" por um gadget externo: esse código dá acesso a um banco de dados onde está armazenado o procotolo médico do usuário. O segundo modelo é um chip implantado junto a próteses mamárias, cateteres vasculares e articulações artificiais. O equipamento armazena o número de série e lote dos implantes, dados importantíssimos em caso de recall ou quando a FDA identifica alguma falha nos produtos. Por fim, entre os projetos mais avançados da empresa, está um biochip que monitora a dosagem de radiação recebida por uma pessoa durante tratamentos de radioterapia. Ele evita que pacientes sofram overdose de radiação durante o tratamento de câncer de mama e de próstata.
O número de pedidos de registros de biochips cresce no mercado americano, segundo confirmação do FDA. No Brasil, a competência é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ainda não registrou nenhum biochip para uso humano. Entre os médicos, o tema ainda causa controvérsia, embora eles reconheçam o potencial da tecnologia. Para Mauro Aranha, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), os médicos podem implantar dispositivos, desde que sua eficácia esteja demonstrada pela literatura médica. "Antes de fazer o implante, é preciso consultar a comissão de ética do hospital ou o Conselho Regional de Medicina", diz Aranha.
Divulgação/VEJAraio-x ciborgues Amal Graafstra
Raio-x do americano Amal Graafstra: biochips de controle de acesso nas duas mãos
Enquanto as pesquisas seguem, usos mais simples do biochip se popularizam. Alguns fabricantes, por exemplo, investem na criação de biochips para automatizar tarefas do dia a dia. E vêm encontrando mercado. O americano Amal Graafstra, de 38 anos, implantou em sua mão um chip de identificação por rádio-frequência (RFID, na sigla em inglês) para substituir as chaves do carro e de casa. "Eu queria algo que fosse conveniente como a biometria e mais fácil e barato", diz o consultor de TI. O microchip só funciona a alguns centímetros do leitor. Como o chip de controle de acesso não tem serventia sem um receptor, Graafstra teve que adaptar a casa, o escritório, o carro e até seu PC para "conversar" com o biochip. Depois, ele implantou um novo chip compatível com NFC, tecnologia presente nos gadgets mais avançados. Agora, ele é capaz de transferir seu cartão de visitas ao aproximar o celular de sua mão.
Hoje, Graafstra mantém uma loja virtual para vender biochips. Chamado de Dangerous Things, o site oferece dispositivos, seringas especiais e bisturis. Até o momento, cerca de 4.000 pessoas de países como Austrália, China e Rússia já adquiriram o produto. O kit básico contém o microchip e instrumentos necessários para o implante e custa 99 dólares. "A loja ainda é um hobby e rende pouco dinheiro. Estou interessando em explorar as possibilidades, não em ganhar uma fortuna", diz Graafstra.
A moda já chegou ao Brasil. Um dos clientes da Dangerous Things é Raphael Bastos, de 28 anos, morador de Belo Horizonte, Minas Gerais. Depois de buscar, sem sucesso, médicos dispostos a implantar o biochip, ele realizou o desejo em um estúdio de piercing. Hoje, destrava computadores, passa por catracas, destranca portas e liga o carro apenas encostando sua mão esquerda em um leitor. "O procedimento dura 20 minutos. No primeiro dia senti dor, mas no segundo já não sentia mais nada", conta Bastos. Neste ano, ele vai abrir a Biotek, primeira revenda brasileira de biochips de controle de acesso.
Por aqui, já existe até uma profissional de piercing treinada por Graasftra para implantar os biochips para controle de acesso. Há um ano, Mary Jo, de São Paulo, foi procurada pelo americano para receber orientações sobre o procedimento. "A técnica é similar à aplicação de piercing. Cobro entre 1.000 e 1.200 reais pelo implante, além do custo do chip", diz Mary. Desde que aprendeu a colocar o chip, a profissional fez apenas um procedimento, mas foi procurada por diversos interessados. "Os geeks e fãs de tecnologia são os que vão ao estúdio em busca do implante de biochip."
A área de segurança também está de olho nos usos dos biochips. A empresa RCI First Security and Intelligence Advising, responsável pela segurança de 58 entre as cem famílias mais ricas do Brasil, trabalha há quase uma década no desenvolvimento de um modelo usado para rastreamento de usuários. "Implantamos o chip em 258 pessoas, sendo cerca de 48 brasileiros", diz Ricardo Chilelli, diretor-presidente da companhia. Os implantes foram feitos na região próxima à clavícula para impedir a retirada por meio de amputação de membros. Em 2007, porém, os testes foram suspensos: era necessário aumentar a potência do sinal de localização dos usuários, o que aqueceria excessivamente a pele, causando rejeição. Todos os biochips foram retirados. Recentemente, a dimensão dos biochips foi aumentada, permitindo a colocação de uma bateria maior. "Até o início do ano que vem, queremos encontrar a forma de aumentar a intensidade do sinal sem causar rejeição", diz Chilelli.


Comentário


O futuro é agora! Cientistas estão desenvolvendo um chip para inserir nos seres humanos e descobrir a causa das doenças, a cura e até as doenças que possivelmente essas pessoas terão. Com isso, eu acho que por um lado vai ser muito bom pois poderemos encontrar a cura do câncer mais grave ou talvez até da AIDS. Mas, por outro lado, eu acho que teremos problemas aqui no Brasil porque se essa tecnologia toda não funcionar e o chip der defeito dentro do organismo, os médicos terão que retirar, reimplantar, ou seja, esse tratamento deve ser muito caro. Mas, quando esse projeto começar a funcionar espero que dê tudo certo, que ele atenda a todos. Com certeza, será uma grande ajuda para o trabalho dos médicos e também será uma grande ajuda para as pessoas que sonham em viver com saúde. Então, pode melhorar muito a vida das pessoas.

Te contei

Te Contei?

A campanha chamada "Ice Bucket Clallenge" - banho gelado já viralizou e virou moda nos EUA e em todo o mundo após diversas celebridades postarem seus videos na internet e desafiarem outros famosos. O desafio visa conscientizar as pessoas e arrecadar doações para o estudo de uma doença rara chamada esclerose múltipla amiotrófica, também conhecida como Doença de Lou Gehrig. Essa doença destrói os neurônios porque ataca o sistema nervoso central, atingindo os músculos. O desafio consiste em jogar um balde de gelo sobre a cabeça e desafiar mais três amigos ou fazer a doação. O que tem acontecido é que os famosos participam também fazendo doações. A campanha já arrecadou milhões de dólares.

Eu acho muito bonito que as pessoas se unam nessa brincadeira para ajudar nas pesquisas dessa doença tão ruim. O único problema é que está acontecendo um grande desperdício de água e isso não é nada bom. Há muitos lugares no mundo com pouca água potável. É muito importante preservar, reaproveitar e não desperdiçar.

Mas, fora isso, eu também apoio a campanha e espero que os cientistas encontrem logo a cura e que melhore a vida das pessoas no mundo.

Saúde - 3º Bimestre

  Epidemia

"Não sinto medo", diz médico brasileiro que tratou ebola

Paulo Sergio Reis voltou há 20 dias de Serra Leoa, onde trabalhou no cuidado de pacientes infectados com a doença

Paulo Sergio Reis
Paulo Sergio Reis, médico brasileiro da organização Médico Sem Fronteiras (Marcelo Fonseca/Folhapress)
O médico carioca Paulo Sergio Reis viu mais de 70 pacientes morrerem em decorrência de ebola na África Ocidental, onde trabalhou por três meses, em centros de tratamento dos Médicos Sem Fronteiras (MSF). Ainda assim, vai voltar para lá em uma nova missão nos próximos dias.
"Não sinto medo. Quando você tem conhecimento e toma todas as precauções, não tem por quê. Não considero que seja mais arriscado do que andar no trânsito do Rio", disse Reis nesta quinta-feira na sede da ONG, no Rio.
De folga na cidade há 20 dias, o clínico de 42 anos, há nove na entidade, prepara-se para mais uma temporada difícil, com carga horária de trabalho de até 13 horas diárias. Da família e dos amigos, ouviu piadas. "As pessoas brincam, mas entendem. Falam 'você é maluco, vou te amarrar no pé da cama'. Mas não tem por que ficar mais preocupado do que em qualquer outra missão dos MSF. Meus pais estão acostumados e apoiam."
Desde que chegou da África, afere sua temperatura três vezes ao dia, para ter certeza de que se mantém saudável. Ele não acredita na possibilidade de o ebola se disseminar no Brasil caso um doente desembarque no país, pelo fato de os rituais fúnebres que constituem importante forma de contágio não serem seguidos aqui. Na unidade médica em que ele trabalhava, morriam sete em cada dez pacientes que chegavam.
Resistência — Reis contou que um dos inúmeros desafios do trabalho que desenvolveu em Serra Leoa e na Guiné foi vencer a resistência da população saudável. "Quem não teve contato com a doença tem muita suspeita, crendice, pode ser agressivo, jogar pedra no nosso carro. Você vê criança se escondendo. Há todo tipo de história que se possa imaginar, muita gente não acredita que a doença exista. Já quem tem informação nos trata muito bem."
Outra dificuldade é o calor sob a vestimenta especial usada para lidar diretamente com os doentes em isolamento, semelhante à de um astronauta: a roupa, o capuz, os dois pares de luva e a máscara são incinerados depois de cada uso; as botas de borracha, o avental de borracha e os óculos de segurança são desinfetados em seguida com cloro.
"Nenhuma parte do corpo fica exposta. Nos dias de calor, que pode chegar a 40 graus, termino todo molhado de suor, como se tivesse saído do chuveiro, porque a roupa não permite a transpiração. Os óculos ficam embaçados com o suor. Não consigo ficar mais de 40 minutos com a roupa, fico exausto."
O médico deixou Serra Leoa, no dia 1.º. O centro de tratamento em que trabalhava era o único do país inteiro, e a ronda dos médicos incluía até dezoito pacientes por dia. Nos poucos momentos de lazer, churrasco e exibição de filmes divertem as equipes estrangeiras hospedadas em hotéis.
Experiência — Formado em medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio (Uni-Rio), Reis é considerado um dos mais experientes brasileiros nas missões da ONG — já participou de dezessete, em países da África, na Indonésia, na Colômbia e no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Em 2012, já havia lidado com o ebola.
Fonte Veja
(Com Estadão Conteúdo)


Comentário

Ebola, a doença que veio da África, chegou ao Brasil recentemente, mas já está contaminando muitas pessoas. A ONU - Organização das Nações Unidas anunciou que trata-se de uma doença fatal. O mundo todo precisa se prevenir. O ruim é que o tratamento deve ser muito caro. Eu acho que todos deveriam ter acesso aos remédios e vacinas, ricos ou pobres. As pessoas contaminadas precisam de tratamento rapidamente. Eu espero que os especialistas consigam descobrir logo a vacina , a cura dessa doença. E que o Ebola não exista mais.

Educação - 3º Bimestre

Paraná

Menino atacado por tigre recebe alta e deixa hospital

Garoto de 11 anos teve o braço amputado depois de ataque em zoológico

Vídeo gravou momentos que antecederam o ataque
Vídeo gravou momentos que antecederam o ataque (Reprodução / TV Globo/VEJA)
O menino de 11 anos atacado por um tigre no zoológico de Cascavel, no Paraná, recebeu alta e deixou o hospital na noite de quarta-feira, uma semana depois do incidente. No ataque, o garoto teve o braço dilacerado pelo animal. Internado em estado grave, ele foi submetido a cirurgia e teve o braço amputado.

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Segundo a assessoria do hospital, o garoto foi acompanhado por uma equipe médica formada por diversos especialistas, entre eles ortopedistas, pediatras e psicólogos. Ele deixou o local por uma saída nos fundos do prédio.

A mãe do menino informou que nesta quinta-feira voltará para São Paulo, onde a família mora. "Ele está bem, está se virando sozinho. Agora é concluir a recuperação em casa", disse. Segundo ela, o temor do filho era que o tigre fosse sacrificado – hipótese rapidamentedescartada pelo zoológico. Antes de retornar para São Paulo, o menino ainda será submetido a exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal em Cascavel. Na terça-feira, o tigre Hu voltou a ser exposto aos visitantes no zoológico, depois de cinco dias de confinamento preventivo.

Investigação – O delegado responsável pelo caso, Denis Merino, afirmou que avalia a responsabilidade criminal do pai do menino no acidente – e pode indiciá-lo pelo crime de lesão corporal grave. Segundo o delegado, o pai afirmou em depoimento que não percebeu que o garoto se aproximava do tigre porque estava ocupado com o filho mais novo, de 3 anos. Testemunhas, contudo, contestam a informação. De acordo com a prefeitura de Cascavel, o pai teria ignorado as placas de perigo e os apelos dos demais visitantes ao permitir que o filho brincasse tão perto do animal.

Tragédias no zoológico

1 de 9

A morte de Maddock

Em novembro de 2012 o menino Maddock Derkos, de 2 anos, escorregou do colo da mãe e caiu por sobre a grade na área em que ficavam os cães selvagens no Zoológico de Pittsburgh. Imediatamente, o garoto foi atacado:  mordido na cabeça e no tronco, acabou morrendo. Um doa animais foi morto por policiais que tentavam salvar Derkos.

 Comentário:

Recentemente, houve um caso espantoso! Um garoto de onze anos perdeu o braço esquerdo por causa da falta de educação. Ele ultrapassou uma das grades de segurança de um zoológico pra fazer carinho ou brincar com um tigre! Correu de um lado para outro, escalou a segunda grade, provocou o animal de todas as maneiras. Até tentou oferecer ossinhos para um leão. Nisso que ele tentou enfiar o braço na jaula, o tigre seguiu seu instinto avançou e com a mordida, acabou decepando o braço! O menino não tem noção do perigo. Mas, a educação vem de casa. Dizem que o pai encorajou o filho a fazer isso. A educação não é só o conhecimento que a gente adquire, é como a gente se comporta com o mundo com as pessoas, respeitando as leis e também respeitando a si próprio, pois se ele tivesse respeito a si próprio estaria com seu braço até hoje!

Política - 3º Bimestre

Eduardo Campos

Enterro de Campos foi também início da campanha de Marina

Depois do sepultamento, a imagem da ex-senadora como a herdeira de Campos se consolidou – sob benção da família do ex-governador e da multidão nas ruas

Laryssa Borges e Talita Fernandes, de Recife
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Eduardo Campos é sepultado no cemitério de Santo Amaro no Recife
Eduardo Campos é sepultado no cemitério de Santo Amaro no Recife - Fernando Bizerra Jr./EFE
O enterro de Eduardo Campos no começo da noite deste domingo, em Recife, ganhou coloração político-partidária e tornou-se também o começo da nova candidatura do PSB à Presidência da República — com Marina Silva.
Depois da jornada que se encerrou com o sepultamento do político pernambucano no jazigo de seu avô Miguel Arraes, a imagem de Marina como herdeira de Campos na disputa de 2014 se consolidou, sob a bênção da família do ex-governador e da multidão que tomou as ruas da capital pernambucana e o Cemitério de Santo Amaro, gritando frases como "Dilma, agora é Marina!" e "Marina e Renata!" (sugestão de uma chapa em que a ex-senadora e a viúva do político socialista concorreriam juntas ao Planalto). 
A homenagem final ao político começou a ganhar características de comício no momento em que o cortejo fúnebre deixou o Palácio do Campo das Princesas, onde ele foi velado, em direção ao Cemitério de Santo Amaro. No trajeto, carros de som tocavam jingles do que deveria ter sido a campanha de Campos, além de músicas de disputas eleitorais passadas.
Embora ainda mostrasse os mesmos sinais de dor dos últimos dias, a mãe do político, Ana Arraes, respondeu à multidão fazendo com as mãos o número do PSB, como se pedisse votos. O filho mais velho de Campos, João, de 20 anos, já há tempos enfronhado na política, também reagiu de punho em riste — assim como depois, no enterro, puxaria um côro exaltando a memória do pai e de Miguel Arraes, e o futuro do PSB. 
Negociando a passagem entre uma multidão estimada em 150.000 pessoas, o carro de bombeiros que levava o caixão demorou muito mais tempo que os vinte minutos inicialmente planejados para cumprir seu roteiro. Marina Silva foi uma das primeiras a chegar ao espaço isolado por grades onde a família e os amigos mais próximos assistiriam ao enterro. Ela foi ovacionada, e aguardou ao lado de Ana Arraes e do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) — o nome mais cotado para ocupar ser seu vice — a chegada de Renata Campos e seus filhos.  
O enterro foi marcado por uma queima de fogos de dezoito minutos. Depois do fim da cerimônia, a segurança tentou fechar as portas do cemitério e houve um início de tumulto. Algumas pessoas passaram mal e outras sofreram escoriações leves.
Na próxima quarta-feira, às 15h, a Executiva Nacional do PSB realiza em Brasília a reunião que indicará oficialmente o destino do partido nas eleições de 2014. Enquanto o cortejo de Eduardo Campos percorria Recife, o partido emitiu nota dizendo que iniciava um "processo de consulta visando a construção de uma alternativa política consensual". Se Marina Silva já era a "escolha natural", o enterro de Eduardo Campos tornou impossível qualquer outra alternativa.
Fonte Veja                                                                                                                                      


Comentário:

Houve um acidente trágico que mudou o futuro da eleição para presidente do Brasil de 2014. Uma explosão com um jatinho matou todos os passageiros. Uma das pessoas que morreram é o Eduardo Campos. Ele era é um dos candidatos a presidente da república e ele poderia tomar o lugar da Dilma, vencendo a eleição. Ninguém esperava esse acidente tão trágico. Ficou a dúvida. Será que se ele fosse eleito conseguiria fazer uma diferença positiva no Brasil?  Eu acho muito difícil pois a maioria dos políticos que se candidatam para a presidência do país, para o senado, o governo do estado, a prefeitura, enfim, eles se candidatam e quando são eleitos quase sempre fazem besteira. Daqui a pouco virão as eleições. Veremos se a Dilma será reeleita ou se conseguimos eleger algum outro político melhor. Eu espero que o povo eleja pessoas que possam mudar o Brasil de forma positiva de verdade.